sexta-feira, 30 de julho de 2010

Depois da festa da Copa do Mundo, Eleições...

Meus amigos, cuidado... Muitos virão em pele de cordeiro. Aprendemos a votar. Pesquisem na internet, conversem com seus amigos, vizinhos, discutem, sobre as eleições! Só assim para conseguirmos mudar todos esse "candidatos" que estão voltando aí...


"A recente decisão do Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal não afetará a minha disposição de concorrer e ganhar a eleição para o Governo do Distrito Federal no próximo dia 3 de outubro.  Já determinei aos meus advogados que recorram, imediatamente, ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), e se necessário, ao Supremo Tribunal Federal (STF).

Renúncia não é condenação! Vontade própria não é autopunição!

As decisões contraditórias e divergentes sobre a aplicação da Lei 135/10 demonstram, de maneira inequívoca, a insegurança jurídica que vive o País nesse momento eleitoral – somente para exemplificar, o Tribunal Regional Eleitoral do Pará julgou, ontem, dois casos de políticos que renunciaram a seus mandatos e lhes deu o direito de disputar o pleito de outubro.

Confio na Justiça do meu País! Confio no julgamento jurídico dos tribunais superiores, isentos de interesses e de paixões eleitorais. Confio, também, no julgamento político da população do Distrito Federal e na certeza de que a maioria dela irá me reconduzir, pela quinta vez, ao Governo do Distrito Federal. Todas as pesquisas de institutos nacionais e locais de opinião pública me colocam na liderança, com expressiva vantagem sobre os demais candidatos. Agradeço a confiança que o povo me dá e conclamo, aos amigos e amigas, aos meus companheiros de jornada, sairmos às ruas, juntos, para mostrar a todos os nossos adversários que a vontade popular tem que ser respeitada. Que eleição se ganha nas urnas e não no tapetão!"







Falta de asfalto complica vida de moradores do Itaipu 7

Bairro de São Sebastião não tem pavimentação e poeira atrapalha comerciantes, agrava problemas de saúde e é transtorno diário para moradores.
Durante o período da seca, a poeira se transforma em dor de cabeça para os moradores do bairro Itaipu 7, em São Sebastião. As ruas não são pavimentadas e a poeira acaba provocando problemas de saúde e prejuízo para os comerciantes. A moradora Graciele Ferreira destaca que as ruas não receberam nem uma cobertura de cascalho e que o caminhão pipa não passa todos os dias para umidificar a terra. “Já tinha oito dias que ele [o caminhão pipa] não vinha por aqui”, sublinha Graciele.
Dona de uma pequena mercearia, Dona Jô, afirma que a poeira dificulta o acesso a sua loja e se acumula sobre os produtos. “É muito difícil, a gente tem que estar sempre limpando. O acesso também é difícil porque as estradas não têm asfalto”, relata. Outro problema causado pela falta de asfalto são os danos causados aos veículos. “As pistas todas são esburacadas por causa da chuva. Muitos ônibus não entram aqui porque tem difícil acesso”, afirma um morador. 

A poeira é um problema especialmente grave para as crianças, que sofrem com problemas respiratórios e alergias. “A maioria das crianças têm pneumonia porque aqui não tem cura de gripe”, destaca uma moradora.
A administração de São Sebastião informou que, como a área ainda não foi regularizada, só depois de um plano urbanístico as ruas serão asfaltadas - mas ainda não há previsão de quando isso vai ocorrer. Enquanto isso, a administração promete continuar molhando a rua com caminhão pipa em dias intercalados. 

Acompanhe a reportagem:





Kenzô Machida
Reportagem exibida no DFTV 1ª edição em 06/07/2010





Seguir no Google Buzz

terça-feira, 27 de julho de 2010

Dicas para o consumo consciente de água


1. Combatendo o desperdício no banheiro
Se metade da população de uma cidade de 100 mil habitantes reduzir o tempo do banho diário de ducha de 15 para 5 minutos, a água economizada ao longo de um ano seria suficiente para abastecer todas as necessidades de água de todos os habitantes dessa cidade por mais de 7 meses e meio. Com isso, não seria necessário o governo investir em mais estações de tratamento de água.
Dica Consciente: Reduza o seu tempo de banho e ajude a economizar dinheiro público que seria gasto no tratamento e distribuição de água, e torna possível investir, por exemplo, em educação, tão necessária para a população brasileira.

2. Torneira fechada, dentes limpos
Se as 1,5 milhões de pessoas de Recife resolvesse passar a escovar os dentes 3 vezes por dia com a torneira fechada, a água economizada em apenas dois dias seria suficiente para abastecer por 1 dia todas as necessidades de água de quase todos os 397 mil habitantes de Florianópolis.
Dica Consciente: Converse com amigos e familiares para sensibilizá-los para essa mudança tão simples nos hábitos de consumo: manter a torneira fechada na hora de escovar os dentes.

3. Louça lavada com economia
Ao usar uma bacia cheia d’água, ou a própria pia, para ensaboar a louça e abrir a torneira somente para o enxágüe, você pode reduzir o tempo de uso de água de 15 para 5 minutos. Se apenas cinco famílias adotarem essa forma de lavagem de louça três vezes por dia por vinte anos, se pouparia 17,5 milhões de litros de água, o suficiente para suprir todas as necessidades de água de 5 pessoas durante toda a vida.
Dica Consciente: Mudanças simples nos hábitos cotidianos de consumo têm um impacto enorme, contribuindo para que um recurso natural tão precioso como a água possa chegar a todos. Hoje, são mais de 20 milhões de brasileiros sem acesso à água tratada.

4. Aposente a mangueira na hora de lavar a calçada 
Uma máquina de lavar roupas, com capacidade para 5 quilos, usa 135 litros de água por lavagem. Se uma família usar a máquina de lavar duas vezes por semana, gastará 270 litros de água. Parte desse total, ao sair do enxágüe, pode ser usada em outros pontos da casa que não precisam de água totalmente limpa.

Dica consciente: Ao invés de usar a mangueira, reutilize a água que sai do enxágüe da máquina de lavar para limpar a calçada de sua casa. Se você fizer isso uma vez por semana, economizará mais de 14 mil litros de água por ano, o equivalente a um e meio caminhão pipa cheia de água.

5. Vazamentos surpreendem
Um buraco de 2 mm em um cano de uma única residência desperdiça 3.200 litros de água por dia. Se 3,5 milhões de domicílios tiverem um vazamento como esse, em 14 horas desperdiçariam água suficiente para encher os 6,5 bilhões de litros da Lagoa Rodrigo de Freitas no Rio de Janeiro.

Dica Consciente: Com certeza, você não imaginou que um pequeno vazamento pudesse ter tanto impacto. Procure um profissional para verificar se há vazamentos em sua residência, desta forma contribuindo para haver mais água disponível sem nenhum custo adicional para a sociedade e com economia para você.

Essas e outras dicas você encontra no site do Instituto Akatu 

segunda-feira, 26 de julho de 2010

Planejamento Urbano por Ednardo Rocha.

Ubanismo
O Urbanismo é um campo do conhecimento, ora considerado como ciência ora como técnica, que tem a cidade como principal objeto de estudo e intervenção. Surge como campo do conhecimento, no final do século XIX, na Europa, período pós-revolução industrial, em busca de transformações necessárias à realidade caótica das cidades. No entanto uma maior maturidade teórica só foi alcançada no século XX. Observa-se hoje que ainda conserva-se um conceito tradicional sobre o mesmo, como preso a aspectos estético-funcionais. Porém o Urbanismo ultrapassou largamente esta visão, não se limitando a uma simples técnica do engenheiro ou do arquiteto para intervir no espaço urbano, pois abrange o campo da comunidade, da planificação social. Por isto é necessária uma abordagem sobre sua epistemologia, de forma mais crítica e ampla, rompendo paradigmas.

O estudo sobre a realidade do espaço urbano (e regional) e suas manifestações concretas, para intervir na busca de uma melhor qualidade de vida constitui na essência do urbanismo, sendo que este espaço sofre transformações permanentes.O texto busca uma reflexão crítica sobre o Urbanismo, desde quando surgiu como suposta ciência que estuda a cidade e intervêm nos seus espaços, utilizando uma revisão bibliográfica de vários autores que abordam o seu conceito.

Planejamento Urbano
Planejamento urbano é o processo de idealização, criação e desenvolvimento de soluções  que visam melhorar ou revitalizar certos aspectos dentro de uma determinada área urbana ou do planejamento de uma nova área urbana em uma determinada região, tendo como objetivo principal proporcionar aos habitantes uma melhoria na qualidade de vida. O planejamento urbano, segundo um ponto de vista contemporâneo (e, em certa medida, pós-moderno), tanto enquanto disciplina acadêmica quanto como método de atuação no ambiente urbano, lida basicamente com os processos de produção, estruturação e apropriação do espaço urbano. A interpretação destes processos, assim como o grau de alteração de seu encadeamento, varia de acordo com a posição a ser tomada no processo de planejamento e principalmente com o poder de atuação do órgão planejador.

sexta-feira, 23 de julho de 2010

A horta comunitária

Há cinco anos, Marinalva Cruz morreu de hantavirose, em São Sebastião. No lugar onde só tinha mato alto, surgiu uma plantação. A horta comunitária foi feita para protestar. Agora, está abandonada.

Praça Marinalva Cruz: a placa em homenagem à moradora, que morreu com hantavirose em 2005, ainda está de pé. As crianças ainda cuidam do espaço e brincam no parquinho construído onde havia mato e lixo. O ambiente não é mais dos ratos silvestres que transmitem a doença. Mas a horta que também surgiu para acabar com os roedores quase não existe mais.

O mato voltou a crescer. O que sobrou resiste, principalmente, por causa de dois antigos moradores. Um trabalho solitário. E alguns cuidados foram deixados de lado. Um funcionário da Vigilância Ambiental chama a atenção.

“A caixa-d´água tem que permanecer fechada permanentemente. Se for usar destampa, quando terminar tampa”, explica o técnico da Vigilância Ambiental.

Orientações sobre como lidar com a plantação cercada pelo cerrado também foram dadas. “Nunca deixar de usar os equipamentos de proteção: luva e calçado fechado. E sempre trabalhar na capina a favor do vento, assim, evita de inalar a poeira”, afirma o veterinário da Vigilância Ambiental Pericles Massunaga.

Gonçalo de Souza Uchôa tem lembranças de quando a horta era diferente e a motivação de todos. “No começo, nós trabalhávamos animado, plantamos muita coisa”, lembra o morador.

Há dois anos, havia alface, milho, cebolinha. Muitos tiravam o sustento da plantação. Como a horta era comunitária, não havia um compromisso formal. E muita gente, inclusive que nem trabalhava por na plantação, achava que podia vir e levar o que era plantado. Agora, eles querem criar uma associação para registrar a horta e organizar o plantio

“A nossa intenção é ter uma parceria com a Administração Regional e vender os produtos na feira. Assim, o que entrar vai voltar para a horta, para poder comprar semente e adubo. A gente não que viver pedindo as coisas”, explica a moradora Hosana Alves.

O pedido de apoio já foi feito também à Emater. É de onde vai vir o auxilio de material e orientações sobre como cuidar da nova horta, que não deve demorar muito para dar os primeiros sinais de recuperação.

“A partir do momento que se constitui a organização e eles iniciam o trabalho, pelo menos, um mês para ter a produção de rabanete, alface, mas efetivamente uns seis meses para a área toda”, afirma Luiz Ueno, da Emater.

Assim, José Luis Mesquita, aos 82 anos, vai poder continuar a cuidando da horta e da saúde. “Cuidar desta horta pra mim é como se fosse tomar remédio todos os dias”, diz o morador José Luis Mesquita.

Acompanhe a reportagem:



Fonte: DFTV 1ªEdição
Reportagem exibida em: 11/07/2009



sexta-feira, 16 de julho de 2010

Morro Azul dá exemplo


Não canso de colocar reportagens, que quando forem para fazer o bem, será muito bem aceita neste blog. Uma delas é falando da horta comunitária da Quadra 12. Parabéns a todos os moradores desta comunidade que fazem com que cada dia, seja um dia melhor na qualidade de vida de todos.

Cansados de esperar providências do governo, moradores transformam matagal em praça e invasão em horta comunitária.


Quadra 12 do Morro Azul, em São Sebastião, agosto de 2004. Fácil entender como, na época, uma moradora morreu de hantavirose. Mato alto bem perto das casas. Cenas de abandono. Quadra 12 do Morro Azul, em São Sebastião, janeiro de 2006. O matagal deu espaço à pracinha. O nome? Marinalva Cruz. A vizinha que perdeu a vida contaminada pelo hantavírus.


O que aconteceu alertou os vizinhos de que não adiantava esperar só pelo poder público para melhorar o lugar onde vivem. Cada um ajudou como pôde. “Todo mundo cuida. Cada um que chega arranca o mato, conserta um banco quebrado...”, conta Francisco Miranda, jardineiro.

Até as crianças cuidam do único local de lazer. “Eu ajudo na horta e na pracinha. Já catei lixo!”, lembra Felipe Souza, 8 anos. “Eu solto pipa aqui perto e aproveito para ajudar também. Tirei as folhas secas e capinei o terreno na época da construção da pracinha”, diz Hudson da Silva, 13 anos.
Estimulados com a conquista, os moradores perceberam que já tinham como cobrar a parte da administração que cedeu a área pública. O que era invasão virou horta comunitária. “A gente quer plantar alface, cebolinha, cheiro-verde, cenoura, beterraba... Tudo que for possível plantar a gente vai plantar!”, afirma Delfina dos Santos, dona de casa.

Ficar responsável pela produção deu novo ânimo a seu Gonçalo e seu José Luís. “Eu me sinto feliz! É muito bom. Era uma área que só tinha lixo e rato. Hoje, se transformou e está mais animada!”, conta Gonçalo Souza, 67 anos. “Melhorou muito pra todo mundo!”, comemora José Luiz Mesquita, 78 anos.
Cuidar da pracinha, da horta, ocupar o tempo e sentir que o que é coletivo pertence a cada um trouxe outros benefícios para a comunidade: a violência diminuiu. Há dois meses não há brigas de rua nem assaltos na região.
“A gente não podia nem sair de casa. Agora é possível sair, passear com as crianças e voltar sem ninguém perturbar, sem ninguém mexer em nada. Está ótimo!”, afirma Maria Piedade, doméstica.
A união pode muito. Lição aprendida pelas mulheres da quadra que estão organizando uma cooperativa de crochê e bordado. “Nós começamos com investimento próprio. Cada uma deu o que tinha para comprar os primeiros materiais. Estamos na luta! Cada uma dá uma idéia. Assim, esperamos que essa árvore dê bons frutos!”, acrescenta Hosana do Nascimento, bordadeira.

E a comunidade - que ainda não tem esgoto nem calçamento nas ruas - sabe que tudo começa de um sonho.
O chefe de gabinete da Administração Regional de São Sebastião disse que só podem ser feitos projetos de urbanismo na quadra 12, se não contrariarem um estudo da Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação, que deve ser anunciado em março.

Fonte: DFTV1ª Edição

sexta-feira, 9 de julho de 2010

Buracos e rede de esgoto precária em bairro de São Sebastião

Moradores reclamam que canos da rede de esgoto estão sempre com problemas, quando conserta um, estoura outro. Os buracos também trazem transtornos à população.

Morador da rua 45 do bairro Vila Nova, em São Sebastião, o corretor de imóveis Francisco Edson reclama dos buracos no asfalto, que já duram mais de um ano.
“Já liguei para o 156, opção 5, seis vezes e ninguém toma uma atitude. Fui na Secretária de Obras de São Sebastião e ninguém faz nada: falam que está faltando asfalto, mas ninguém resolve nada, ninguém resolve o problema. A minha sorte é que tapei os buracos com resto de entulho, senão estaria uma precariedade. Quando chove, fica tudo com poça de água, e é arriscado pegar dengue e outras doenças. Também acumula lixo”, destaca Francisco.
A Redação Móvel passou passeou nesta sexta-feira, dia 28, por outras ruas do bairro Vila Nova e encontrou o mesmo tipo de problema. Já na rua 27, o esgoto preocupa os moradores. Desde ontem o bueiro está vazando. Os moradores contam que chamaram a Caesb, mas nada foi feito. O cheiro forte toma conta da rua. Os moradores contam que isto ocorre com frequência. Basta consertar um cano para estourar outro.

“É sempre assim, quando não é uma rua, é outra. Eles vêm e vão e desde ontem que [esse cano] está estourado”, conta a dona de casa Maria Paixão. “Ninguém resolve. A gente liga para a administração para mandar alguém ver isso aqui, mas fica assim”, afirma a dona de casa Antônia Santana. Na rua 12, a mesma situação. Os moradores contaram que esta semana um bueiro da parte de cima da rua estava estourado. Ele foi consertado e agora outro está vazando. “É sempre assim, a rua está péssima”, avalia uma moradora. 

A Caesb informou que vai limpar os bueiros e das caixas de gordura hoje para desentupi-los. Já em relação aos buracos, a administração de São Sebastião disse que vai tapar os buracos depois de renovar o contrato com a empresa que faz o serviço. De imediato, se comprometeu a fechar os buracos da rua 45, onde mora o Francisco Edson.

Vila Buritis:  

Nesta semana, a Redação Móvel mostrou a reclamação dos moradores da Vila Buritis, em Planaltina, contra a cobrança indevida de IPTU. O imposto dobrou em relação ao ano passado. O GDF reconheceu que houve erro e prometeu enviar novos boletos, que até ontem não tinham chegado. De acordo com a Secretaria de Fazenda, o prazo para vencimento da primeira cota ou cota única foi prorrogado para 5 de julho. O imposto será cobrado como se os imóveis estivessem em um assentamento popular, já que a área ainda não foi regularizada. O secretário adjunto, Adriano Sanches, garante que ninguém vai ficar no prejuízo.

Vejam a reportagem:

sexta-feira, 2 de julho de 2010

UPAS de São Sebastião


Upas ainda não funcionam
No único serviço de emergência de São Sebastião, durante toda esta terça-feira, dia 25, não teve pediatra e havia apenas dois clínicos gerais. “Se a gente procura outro hospital, eles não querem atender porque tem centro de saúde aqui e eles falam que o povo de São Sebastião tem que ser atendido aqui e manda a gente voltar pra cá de novo. Quando chega aqui, a gente passa o dia inteiro e não consegue ser atendido porque demora demais, tem muita gente”, disse a doméstica Alderita Pereira. 

No centro de saúde, as crianças esperam horas pela consulta marcada. “A gente tem que tirar o dia só para trazer eles no pediatra”, contou uma mãe. Quando o médico falta, como hoje a espera se prolonga ainda mais. 

Enquanto isso, uma Unidade de Pronto Atendimento novinha está fechada há mais de três meses. A Unidade vai atender emergências, incluindo ortopedia e terá raios-X, ecografia e laboratórios para exames. “De que adianta fazer hospital, encher o DF de hospital se não tem médico, não adianta”, afirmou o aposentado Basílio Nascimento. 

Sem vigia, a cerca já foi pichada. Na outra UPA, do Recanto das Emas, foram pichadas as paredes. O secretário de Saúde, Joaquim Barros, disse que a Cruz Vermelha, que irá administrar as unidades, será responsável por contratar profissionais e comprar equipamentos. O dinheiro que será repassado à organização só agora foi liberado. 

“Uma vez assinado o contrato, a empresa passa a ter a responsabilidade inclusive sobre essa guarda patrimonial e, num prazo de sete semanas após a assinatura do contrato, ela vai colocar a UPA em funcionamento”, explicou o secretário. 

A Secretaria de Saúde informou que já enviou o contrato para o gabinete do governador, mas assessoria do governo disse que o documento não chegou lá.

Vejam a reportagem





Fonte: DFTV 2ª Edição