quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

Residencial Vitória tem ruas intransitáveis.

Caio Souza, morador do Residencial Vitória.

Prontos para praticar rally? É isso mesmo que vocês leram, o único jeito de passar por essa rua é fazendo um verdadeiro rally com seu veículo. A rua 7 do Residencial Vitoria em São Sebastião no Distrito Federal está jogada as traças há mais de 7 anos, e os moradores já se cansaram de pedir a Administração Regional da cidade para que tampe os buracos. Mas dificilmente seus pedidos são atendidos, e quando são, a administração manda apenas jogarem alguns caminhões de cascalho nos buracos, mas de nada adianta pois, quando vem a chuva tudo é levado pela enxurrada.

Este jovem da imagem, é Cássio Souza, ele mora ha mais de dez anos no Residencial Vitoria, e falou com nossa equipe. Perguntamos a Cássio, se sempre foi assim naquela rua, cheio de buracos, quase intransitável.
Cassio afirma que  Sim, e por incrível que pareça, as pessoas já acham normal essa situação, pois já está ali a tanto tempo que já se acostumaram com tudo. 


Perguntamos a Cassio sobre o que ele achava sobre a Administração não fazer nada a respeito, e quando a mesma faz, o trabalho é de péssima qualidade. -  É um tremendo desrespeito com todos os moradores, eles usam a desculpa de que não podem fazer muito pois, o bairro não é legalizado, mas é incrível que a cidade toda não é legalizada, pagamos nossos impostos em dia, e exigimos o mínimo de respeito- fala Caio.

Quase 7 meses após o gigante acordar e dormi de novo, vemos que nada mudou na vida dos brasileiros, apenas tiveram um fio de esperança que acabou sendo cortado pela tesoura da política brasileira, esperamos ainda ver imagens de cidades limpas e bem estruturadas.

Fonte: Portal Amigos

quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

Dona Juliana - por Edvair Ribeiro


Mais uma vez, coloco em pratica minha pseudo-vocação para mensagens póstumas para anunciar o passamento de uma pessoa que foi  muito foi importante para são Sebastião. Deixando claro, que escrever sobre o óbito de pessoas pra queridas, não me traz nenhum prazer mórbido, se o faço, é motivado por um senso de dever para com a pessoa em questão e seus familiares.
Por isso é com pesar que anuncio que  nessa madrugada do dia 21/01/2014, São Sebastião perdeu mais um seus ícones, Dona Juliana, uma senhora maranhense, que no final da década de setenta aportou na região argilosa da velha papuda. Dona Juliana, ainda não tendo exercido a profissão de oleira, como varias outras mulheres que ainda moram na cidade de São Sebastião, tem por merecimento seu nome gravado nos primórdios historia da nossa cidade. Já que foi ela a primeira agente de saúde a trabalhar no sistema de prevenção das viroses, colaborando com a melhoria da qualidade de vida dos moradores locais, quando nós ainda vivíamos na era do barro.
As pessoas que aqui moram a mais de trinta anos, com certeza guardam na memória a imagem da Dona Juliana envergando um tradicional jaleco branco, prancheta nas mãos e visitando os domicílios das pessoas, colhendo dados e passando instruções sobre saúde básica pras famílias, isso num tempo em que centro de saúde mais próximo era o posto da QI 21.
Pela natureza de sua função, pelo seu caráter colaborador e humanitário dona Juliana foi uma pessoa célebre para os moradores antigos e uma das mulheres pioneiras, corresponsáveis pelo desenvolvimento de são Sebastião. Aqui ela criou quatro filhos gerados o seu ventre mais um filho do primeiro esposo e um neto que ela adotou e amou como sendo filho seu.
Dona Juliana é mais uma dessas pessoas cuja existência foi dedicada ao serviço do próximo. Sem fazer estardalhaço ela veio ao mudo, cresceu, aprendeu, ensinou, sofreu, sorriu, chorou, viveu, amou. Agora, com tenros cinquenta e oito anos de idade, partiu. De acordo com sua crença, partiu para os braços do criador e para rever os amigos que a precederam na jornada. Partiu mas deixou na memória dos amigos e parentes exemplos a serem seguidos.
Mais uma vez, eu, um cinquentenário que começa e conviver Constancia da ruptura da convivência com pessoas amigas e queridas, ocasionadas pelo fenômeno do passamento do plano físico para o espiritual, com um forte sentimento de orfandade, dou por finalizado esse texto despedida. E por crer na possibilidade continuidade da vida no plano espiritual, aqui me despeço; Adeus Dona Juliana Souza Serra Cruz, até um dia.

Edvair Ribeiro dos Santos em 21/01/2014 do blog Eu um Griô.

sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

Mais desperdício de dinheiro público.

Segundo o Administrador Regional do Jardim Botânico, afirma que obra é de primeira, boa e bem feita
Uma calçada ainda em obras na entrada de três condomínios do Jardim Botânico, região do Distrito Federal a 15 quilômetros do centro de Brasília, foi construída com postes de luz no meio do caminho. A calçada, que começou a ser feita há aproximadamente dois meses, também apresenta rachaduras.

Os moradores dos condomínios Mansões Itaipu, Quintas da Alvorada e Solar da Serra reclamam da nova calçada em construção. Segundo a administração do Jardim Botânico, mais de 500 metros de calçada já estão prontos.

"Eu acho que não precisa ser nenhum gênio da construção para saber que está errado. Um poste no meio da calçada impede que a pessoa consiga andar. Não tem acessibilidade para a pessoa deficiente, carrinho de bebê, e além disso a qualidade da obra, que é trágica", disse um o arquiteto Marcelo Bokel, morador de um dos condomínios.

 O administrador do Jardim Botânico, Cesar Trajano de Lacerda, defendeu a obra e disse que a construção está correta porque é 'um projeto da Novacap'.

"Está correto porque isso é um projeto da Novacap. A gente só pode julgar uma obra depois que ela está pronta. Essa obra é de primeira, é uma obra boa, bem feita", afirmou. 
Segundo Lacerda, os postes que estão no meio da calçada vão continuar até que a obra seja concluída e as rachaduras no concreto serão corrigidas.

"[Os postes] vão ficar [no meio do caminho]. Nós vamos fazer em volta, para a passagem das pessoas deficientes, vamos fazer uma meia-lua para beneficiar. Mas por enquanto vão ficar porque quem resolve o problema dos postes é a CEB. Já fizemos [o pedido para a retirada]. E quando for retirado, a CEB então recompõe a calçada."


Outras falhas são encontradas na obra. Rachaduras apareceram antes mesmo da conclusão dos trabalhos. As placas apresentam trincas. O presidente do Crea/DF, Flávio Corrêa, diz que a calçada não segue as normas técnicas exigidas.



“Totalmente errado. Aqui tinha que ter uma conciliação de projeto com a CEB, com a administração certo?”, afirma. “Eu acho que não poderia ter iniciado uma obra com  essas interferências que estão acontecendo exatamente na faixa de passeio.”

quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

O que aprendi na escola pública?




Era uma manhã chuvosa de quarta feira quando cheguei na escola para fazer a prova de literatura. Já na sala, respondendo as perguntas, meu colega sussurrou:

- Psiu! Quem é Capitu?

- Caramba, você não leu o livro? – sussurrei de volta.

- Cara… eu mal consigo ler a prova.

Estávamos no primeiro colegial.

Em outra manhã, havia chegado para cumprir uma grade de 5 aulas: uma de educação física, duas de matemática e duas de química.

Entrei na aula de educação física e fui jogar bola, quando logo fiquei sabendo que a professora de matemática tinha faltado. Como a escola também não tinha mesmo nenhum professor de química, ao fim da pelada resolvi pular o muro da escola e voltar para casa.

Tomei uma advertência.

Minha professora de matemática fazia tripla jornada e era comum que ela faltasse algumas vezes no mês. Nesses dias, sobravam duas opções: ou não tinha aula nenhuma, ou tínhamos aulas com um professor substituto.

Certa vez, estava o substituto corrigindo um exercício meu. Nunca fui bom aluno, mas gostava de matemática e estava bem convencido de que o perímetro do círculo era π vezes seu diâmetro. Já o professor achava que era π vezes o quadrado do raio.

- Professor, isso é a área! – disse.

- Ah! Se você insiste, deve estar certo. Eu não sou formado em matemática.

Ele era formado em artes. Quando a professora de matemática teve um filho e tirou licença, foi ele quem nos deu aula até o final do semestre.

Todas essas histórias são verdadeiras e aconteceram comigo, entre 2002 e 2003, em uma escola pública da rede estadual de São Paulo, considerada uma das melhores da zona norte da capital.

Com tantos problemas de infra-estrutura, organização e capacitação, de que me serviram esses anos na escola?

Não aprendi geometria, nem as leis de Newton, nem inglês, nem a história das grandes guerras, nem sobre o clima da Ásia. Não aprendi a conjugar o verbo haver, nem onde pôr as malditas crases. Não aprendi a resolver equações, nem calcular a trajetória de um projétil.

Da grade curricular, aprendi realmente muito pouco.

Já se foram mais de 10 anos, e desde então venho praguejando não ter aprendido nada na escola. Foi só hoje, olhando para trás, que percebi o quanto fui tolo, que não existe experiência na vida que não lhe ensine nada.

Para mim e para qualquer um dos jovens que estudaram ao meu lado ou nas mesmas condições que eu, não existia qualquer motivação para estudar. Víamos nossos próprios mestres passarem dificuldades, aqueles que deveriam ser nosso maior exemplo de como os estudos poderiam melhorar nossas vidas.

Muitos professores tinham se formado ainda na ditadura militar e desde então não tinham tido a oportunidade de se atualizarem. Precisavam dar aula em mais de uma escola para complementar a renda e viviam a galopante desvalorização de seus salários congelados por já uma década.

Não havia alegria na escola. Todo mundo estava cansado e frustrado. Só depois de adulto entendi que é impossível ser feliz quando seu trabalho não resulta em nada. Um professor jamais será feliz se a estrutura e o sistema em torno dele fizer seus alunos desistirem de aprender.

A monitora que cuidava de nós nos intervalos e infindáveis aulas vagas era uma senhora de 80 anos que, por Deus, deveria estar curtindo sua merecida aposentadoria, mas por motivos financeiros era obrigada a cuidar de uma multidão de crianças e adolescentes que não queriam estar lá.

O prédio era feito um presídio: cinza, sem acabamento, com grandes portões de metal, grades na janelas e arames farpados sobre os muros. E é exatamente assim que nos sentíamos, como presidiários de regime semi-aberto, deixando a escola todo dia lamentando termos que voltar no seguinte. Não por acaso, por diversas vezes os alunos planejaram fugas e arrombamentos dos portões da escola.

Entediados, sem aulas, sem lazer, maltratados e presos. Esse é o ambiente no qual se espera que um jovem desenvolva seu potencial?

No Brasil, se tiver dinheiro, você pode pagar para seu filho estudar em uma escola que não tem nenhum desses problemas. Conheço gente que, ainda no ensino médio, tinha aulas de piano. Que tinha professores doutores. Colégios com piscina olímpica, quadras de piso emborrachado e bosques. Tinham plantonistas de dúvidas depois do horário. Tomavam aulas de computação. Ganhavam até fitas VHS com filmes que tratavam dos temas estudados em sala de aula.

Minha família não tinha dinheiro nem para comprar um videocassete.

Posso não ter aprendido matemática ou química, mas aprendi que na vida nem todos tem as mesmas oportunidades ou mesmo oportunidades parecidas. Que inclusive alguns não tem nenhuma oportunidade.

Quem estudou comigo foram os filhos dos trabalhadores que moravam nas favelas e os filhos da classe média, como eu, que tinham sido vítima da irresponsabilidade econômica neoliberal que se praticou no Brasil na segunda metade da década de noventa. Esses foram meus amigos e, na verdade, esses eram todas as pessoas que eu conhecia.

A primeira vez que nossas vidas cruzaram com a dos jovens da elite foi no vestibular. Chegamos desarmados para brigar com outros que estavam há anos se armando para nos enfrentar. Éramos amadores, como um time de várzea desafiando o campeão da série A – estávamos certos da derrota.

O vestibular é a barreira definitiva da segregação social. Nele não é testado sua capacidade de cursar a faculdade, mas sim a sua origem. Aqueles que tiveram que contar com o ensino público não tem chance, pois os testes irão cobrar uma miríade de conhecimentos que são ensinadas apenas nas escolas particulares.

Sim, por fim eu passei no vestibular, com esforço. Alguns irão se apressar em argumentar que sou um exemplo de que as oportunidades são dadas, e justificar assim jogar nas costas do indivíduo a responsabilidade por ele não ter conseguido um lugar ao sol nas trevas dos nossos abismos sociais – o que é uma imaturidade. Sempre é imaturo julgar os indivíduos.

Tenho o pé no chão e vivência para entender que meu feito foi consequência de muitas condições favoráveis, em grande parte por conta de meus pais terem tido sucesso em incentivar e prover recursos para que desenvolvêssemos nossa intelectualidade. O envolvimento de ambos meus pais com a militância política tiveram grande participação na minha capacidade de compreender coisas e, em consequência, me tornar autodidata – o que me capacitou para brigar por minha vaga na universidade.

Ainda assim, tive que pagar um curso pré-vestibular com meu primeiro emprego para preencher as lacunas do ensino público que me reprovaram em 2005 em minha primeira tentativa. Com muita sorte e muita ajuda, consegui entrar na USP em 2006.

Lembro-me bem que a escola pública foi o último lugar na minha vida que frequentei onde a proporção de negros presentes era coerente com a proporção de negros da cidade. De lá para cá, superada a barreira da segregação do vestibular, fui passando a freqüentar espaços elitizados, como a própria universidade, as empresas de engenharia e os eventos de tecnologia. Cheguei até a ter um programa de televisão. Todos esses espaços são dominados por homens brancos. Não consigo deixar de pensar que se eu fosse negro ou mulher, talvez isso fosse suficiente para que eu não tivesse as condições favoráveis que tive para ocupar esses espaços.

O que aprendi na escola pública? Aprendi sobre injustiça e desigualdade. Sobre o mundo real, sobre a vida ser dura. Sobre preconceito, racismo, machismo e sobre barreiras intransponíveis. Aprendi a ter a humildade de saber que se hoje tenho uma vida melhor é porque tive mais sorte do que mérito. Sorte daqueles que tem, pois os que não tem não tiveram escolha.

Aprendi que todos mereciam uma chance de brilhar, mas que nem todos terão.

Essas coisas que tomo como óbvias e me formam como pessoa e como cidadão, não posso assumir que sejam óbvias para todos. Nenhum texto nem nenhuma imagem consegue substituir a experiência.

O que aprendi na escola pública não ensinam nas melhores escolas particulares e, diferente das fórmulas de matemática, são coisas que levo para a vida toda.

Operação remove nove obras ilegais no bairro Vila do Boa.

Agentes removem construções irregulares em São Sebastião
Uma operação de combate ao uso irregular do solo no Distrito Federal removeu nesta quarta-feira (15) nove construções ilegais em São Sebastião.

Na Vila do Boa, em São Sebastião, seis edificações feitas em madeira e 200 metros de cerca acabaram removidos. Os agentes também entupiram duas fossas que haviam sido construídas no local.

A ação também removeu seis quilômetros de cerca, um galinheiro e uma pocilga em uma área pública da Chácara Nossa Senhora Aparecida.

No Condomínio Renascer, onde foram removidas na terça-feira (14) 31 construções, 20 alicerces cerca de três quilômetros de muro, os agentes apreenderam o equivalente a quatro caminhões de areia e cerca de 10 mil tijolos.

O material que seria usado na construção das obras ilegais foi levado para o depósito da Agefis. Os proprietários podem recuperar os produtos apresentando nota fiscal e pagando multa e custos da operação.

segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

Menino de 13 anos morre eletrocutado

O acidente aconteceu perto da Quadra 305, onde morava o garoto Luan
A tarde de ontem ficou marcada por uma tragédia em São Sebastião. O corpo de um menino de 13 anos foi encontrado perto da casa onde ele morava, no Conjunto 14 da Quadra 305. Luan da Conceição Bezerra estava desaparecido desde a última sexta-feira, quando saiu para soltar pipa. Ao que tudo indica, o garoto teria morrido eletrocutado ao tocar em fios caídos de um poste da Companhia Energética de Brasília (CEB).

A mãe de Luan, a gari Antônia Cleide da Conceição Bezerra, registrou o desaparecimento do filho na 30ª Delegacia de Polícia pela manhã. Poucas horas depois, no entanto, o tio do menino, Paulo Gonçalves da Cunha, encontrou-o carbonizado após seguir um local que vinha sendo rondado por urubus. “Eu ainda tinha esperanças de encontrá-lo vivo. Luan era muito carinhoso comigo. Dos três irmãos, era o mais atencioso. É difícil”, afirma Antônia.


A mãe e os moradores da região reclamam que os fios estavam caídos havia três meses e que a CEB tinha sido notificada do problema, mas feito nada até então. O Correio tentou entrar em contato com a empresa várias empresas, mas não houve retorno. “Um homem da CEB veio me pedir para assinar um papel oferecendo para pagar o enterro e as cestas básicas. Isso não vai trazer o meu filho de volta”, indigna-se a mãe.


O padrastro de Luan, o também gari Onivan Vitorino da Silva, lamentou a situação. “O trauma é grande. Ele era agitado, mas um menino bom”, disse. “Desde sexta-feira, não o encontrávamos e hoje minha mulher foi fazer a ocorrência na 30 DP”, completa. Gean Bezerra da Silva, 10 anos, um dos dois irmãos da vítima, também demonstrou revolta: “Também gosto de soltar pipa. Estou muito triste, éramos muito próximos”.



O acidente indignou os vizinhos, que lamentaram a perda. “Luan era uma criança boa, humilde. Vigiava carros, fazia de tudo para ajudar a mãe”, conta a vizinha e dona de casa Leila Bezerra. “Em uma hora dessas, era para a vizinhança toda estar brincando na rua, jogando bola. Está todo mundo triste com a notícia”, completa. Por volta das 19h de ontem, um funcionário da CEB mexeu no poste onde aconteceu o incidente com Luan, mas ele preferiu não dar entrevistas.

Operação remove obras irregulares em áreas públicas do DF


O Comitê de Combate ao Uso Irregular do Distrito Federal removeu quatro construções irregulares em duas operações realizadas nesta terça-feira (31). As construções estavam ainda em fase de obras e desocupadas. Entre os locais fiscalizados estão áreas públicas de São Sebastião, região do Distrito Federal. Vinte e sete servidores foram mobilizados para a atividade. 


A ação foi coordenada pela Seops (Secretaria da Ordem Pública e Social) e pela Agefis (Agência de Fiscalização), que contaram com o apoio da Polícia Militar, do SLU, da Terracap, da CEB e da Caesb.  

A maior parte das erradicações ocorreu durante ação na avenida Nacional, bairro Vila do Boa, em São Sebastião (DF). Foram removidos no local três edificações feitas em madeira e 500 metros de cerca.  

Os servidores presentes à operação descaracterizaram, ainda, 40 lotes demarcados com estacaas de madeira e que estavam prontos para serem ocupados irregularmente. Atividades de vigilância serão realizadas durante a semana para evitar nova tentativa de ocupação.  



A fiscalização para evitar o surgimento de obras ilegais em áreas públicas é diária. Equipes dos órgãos que compõem o Comitê local criado para este fim percorrem as áreas mais sensíveis todos os dias, mas a ajuda da população é fundamental.  

As denúncias sobre invasão de área pública ou grilagem de terras podem ser encaminhadas pelo site da Seops ou comunicadas pelo telefone 162.

quarta-feira, 1 de janeiro de 2014

Sugestões para o transporte público em São Sebastião

SUGESTÕES PARA ALTERAÇÃO E CRIAÇÃO DE LINHAS DE ÔNIBUS EM SÃO SEBASTIÃO-DF
Linhas que ligam São Sebastião a Rodoviária do Plano Piloto: 180.1 e 197.3
Estas duas linhas são as principais linha que atende a demanda do deslocamento de pessoas a região do central de Brasília, a Rodoviária do Plano Piloto. Considerada a mais importante e de curta duração para quem quer se deslocar ao centro de Brasília.
Devido a essa importante, sugerimos aos órgãos responsáveis, de forma que seja mais rápida e eficaz o transporte de passageiros, as seguintes alterações abaixo.

LINHA 180.1 (SÃO SEBASTIÃO / RODOVIÁRIA PLANO PILOTO VIA PONTE JK)
SITUAÇÃO HOJE:
A linha 180.1 tem uma extensão de 26.88 km* e o valor da passagem de é de R$ 2,50. Seu itinerário começa saindo do terminal de São Sebastião, passando pela Avenida Central do Bosque (Residencial do Bosque), Avenida Central (bairro São José e Vila Nova), Rua da Gameleira (bairro Centro), Avenida São Sebastião (Residencial Oeste).


Passa pela DF-463 em frente ao bairro Jardins Mangueiral, DF-001 região dos condomínios Jardim Botânico, Solar de Brasília e segue pela Ponte JK via Esplanada dos Ministérios.
SUGESTÃO:
A linha 180.1 atende a demanda, quando cumpre corretamente o seu itinerário passando principalmente pelo bairro Residencial do Bosque. Pedimos que seja aumentado o número de vezes que este ônibus passa pela cidade. Uma das maiores reclamações é que esta linha não cumpre sua rota, indo até o bairro, principalmente na volta da Rodoviária do Plano Piloto, onde ele deveria ir até o bairro antes de chegar ao Terminal Rodoviário de São Sebastião.

LINHA 197.3 (SÃO SEBASTIÃO / RODOVIÁRIA PLANO PILOTO VIA QI- 25 E PONTE JK)
A linha 197.3 tem uma extensão de 29.17 km* e o valor da passagem de é de R$ 2,50. Seu itinerário começa saindo do terminal de São Sebastião, passando pela Avenida São Sebastião nos bairros São Francisco e São José, bairro Centro, Avenida Comercial (bairro Setor Tradicional), Vila Olímpica e bairro Morro Azul.  Segue pela rodovia DF-463, em frente ao bairro Jardins Mangueiral, região dos condomínios Jardim Botânico, rodovia DF-035, QI 23 a QI 25 (Lago Sul), Ponte JK, Esplanada.




Estas duas linhas são as mais essenciais para a mobilidade dos moradores da cidade e que atualmente apresenta a menor quantidade de ônibus em relação ao amento da população. Observamos o crescimento dos bairros Morro da Cruz, Jardins Mangueiral, ambos em São Sebastião e do Jardim Botânico III, na Região Administrativa do Jardim Botânico. Este por último, os usuários utilizam os ônibus que partem de São Sebastião. Infelizmente o transporte público não está acompanhando esta demanda.

SUGESTÃO:
A linha 197.3 atende uma boa parcela da cidade, passando pela a avenida que mais tem paradas de ônibus. Sendo esta a principal que transporta usuário até a Rodoviária do Plano Piloto. Sugerimos que o tempo e o percurso sejam diminuídos, retirando de sua rota, o trecho que segue pelo Lago Sul (QI-23 à QI-25). Este poderia fazer o mesmo que a linha 180.1, seguindo, logo após a DF-463, seguindo pela DF-001 até o balão de acesso a Ponte JK. Assim encurtando o tempo de espera no transito e diminuindo as distâncias. Já que a função principal desta linha é transportar passageiro até a Rodoviária do Plano Piloto.

LINHA 147.2 – SÃO SEBASTIÃO/W3 SUL VIA PONTE JK
A linha 147.2 é a principal linha de ligação de São Sebastião à Asa Sul, através da avenida W3 Sul. Tem uma extensão de 37,5 km de distância, partindo do Terminal Rodoviário de São Sebastião até o Terminal Asa Sul. Sua rota compreende desde a partida do Terminal Rodoviário da cidade, passando pela Avenida Central do Bosque (Residencial do Bosque), Avenida Central (bairro São José e Vila Nova), Rua da Gameleira (bairro Centro), Avenida Comercial (bairro Setor Tradicional), Vila Olímpica e bairro Morro Azul.  Segue pela rodovia DF-463, em frente ao bairro Jardins Mangueiral, DF-001 região dos condomínios Jardim Botânico, Ponte JK, Esplanada, Avenida W3 Sul e Terminal Asa Sul.


Hoje podemos considerar uma das linhas mais utilizada pela população, tanto para quem vai para região da Esplanada dos Ministérios e Rodoviária Plano Piloto, quanto para quem vai para a Avenida W3 Sul. Existem muitos trabalhadores que utilizam esta linha, que trabalham nas regiões do Setor Comercial Sul e ao longo dos comércios na Avenida W3 Sul. Há muitos estudantes nos três períodos do dia, já que na Asa Sul concentra o maior número de faculdades particulares, além de cursos preparatórios onde concentra boa parte dos estudantes.

SUGESTÃO
Diante disto, sugerimos uma alteração nas linhas 147.2 e 194, ambas partem para a Avenida W3 Sul, pois aumentou significativamente o número de usuários para este destino. Com sugestão destacamos o seguinte:
A linha 147.2 deverá fazer quase o mesmo trajeto da linha 197.3, passando pela Avenida São Sebastião nos bairros São Francisco e São José, bairro Centro, Avenida Comercial (bairro Setor Tradicional), Vila Olímpica e bairro Morro Azul.  Segue pela rodovia DF-463, em frente ao bairro Jardins Mangueiral, região dos condomínios Jardim Botânico, Ponte JK, Esplanada e por fim Avenida W3 Sul.


A linha 194 deverá seria readaptada e fazer o trajeto equivalente à linha 180.1, saindo do terminal de São Sebastião, passando pela Avenida Central do Bosque (Residencial do Bosque), Avenida Central (bairro São José e Vila Nova), Rua da Gameleira (bairro Centro), Avenida São Sebastião (Residencial Oeste). Conforme a imagem a seguir:

Outro ponto bastante a se discutir é tornar estas linhas em linhas semi-expressas. Ao saírem dos condomínios do Jardim Botânico, não pararem mais em nenhuma parada e somente quando adentrar na avenida W3 Sul, ou seja a partir do shopping Pátio Brasil. O mesmo seria na volta, sendo que começaria a parar somente nos condominios do Jardim Botânico.

LINHA 147 – SÃO SEBASTIÃO/L2 SUL/RODOVIÁRIA PLANO PILOTO (VIA GILBERTO SALOMÃO)
A linha 147 foi uma das primeiras linhas de ônibus, da antiga Agrovila São Sebastião. Com dois ônibus por dia (um para ir e outro para voltar), em 1992, era este o responsável por levar uma parcela da população até a Rodoviária do Plano Piloto. Hoje, com linhas de ônibus que passam pelas Pontes JK e Costa e Silva, na teoria, a distância e o tempo até a rodoviária do Plano Piloto encurtaram.
A linha possui uma extensão de 42,84 km* e seu principal trajeto é saindo do Terminal Rodoviário de São Sebastião, passando pelos bairros Residencial do Bosque, Avenida Central nos bairros São José e Vila Nova, Rua da Gameleira no bairro Centro, Avenida Comercial no Setor Tradicional, e bairro Morro Azul. Segue pelo Lago Sul, via DF- 035 e DF-025 e Avenida L2 Sul e finalizando Rodoviária do Plano Piloto.



SUGESTÃO:
A fim de encurtarmos o tempo e a distância percorrida por esta linha sugerimos que o trajeto que passa pelo Lago Sul seja excluído. Continuando o mesmo trajeto em São Sebastião e seguir via Ponte JK, Esplanada dos Ministérios e Avenida L2 Sul e posterior retornando a cidade, sem a necessidade de ir até a Rodoviária do Plano Piloto. O tempo e a distancia seriam menor e atenderia principalmente os usuários que trabalham ou estudam nas proximidades da Avenida L2 Sul e outros usuários que embarcam ou desembarcam na Esplanada dos Ministérios.

LINHA 147.4 – SÃO SEBASTIÃO/L2 NORTE (VIA PONTE COSTA E SILVA)
A linha 147.4 atende a população que trabalha e estuda na Avenida L2 Norte. Existe uma considerada demanda de passageiros nos períodos da manhã, tarde e noite. É esta linha que atende os estudantes da Universidade de Brasília –UNB.
Atualmente ele A linha possui uma extensão de 45,74 km* e seu principal trajeto é saindo do Terminal Rodoviário de São Sebastião, passando pelos bairros Residencial do Bosque, Avenida Central nos bairros São José e Vila Nova, Rua da Gameleira no bairro Centro, Avenida Comercial no Setor Tradicional, e bairro Morro Azul. Segue pelo Lago Sul, via DF- 035 e DF-025, Ponte Costa e Silva, Avenida L2 Sul na altura da 603 seguindo para a Avenida L2 Norte.


SUGESTÃO:
A fim de encurtarmos o tempo e a distância percorrida por esta linha sugerimos que o trajeto que passa pelo Lago Sul seja excluído. Continuando o mesmo trajeto em São Sebastião e seguir via Ponte JK, Esplanada dos Ministérios e Avenida L2 Norte e posterior retornando a cidade, sem a necessidade de ir pela Ponte Costa e Silva. O tempo e a distancia seriam menor e atenderia principalmente os usuários que trabalham ou estudam nas proximidades da Avenida L2 Norte e outros usuários que embarcam ou desembarcam na Esplanada dos Ministérios.

Comitê de Transporte de São Sebastião-DF

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