terça-feira, 15 de setembro de 2015

Empresários de São Sebastião terão negócios regularizados


Trezentas e quatorze empresas do setor produtivo de São Sebastião vão passar a operar de forma legal. Há 15 dias, a Secretaria de Economia e Desenvolvimento Sustentável concluiu a última etapa de regularização da área de desenvolvimento econômico da localidade. Agora, terá início a regulamentação formal do comércio. Após publicação de decreto no Diário Oficial do Distrito Federal, prevista para este semestre, os empresários serão convocados a apresentarem os documentos necessários — certidões e contrato social — à pasta.
Depois, eles vão ser encaminhados à Terracap (Agência de Desenvolvimento) para a assinatura do contrato de concessão e uso, referente à escritura do imóvel.   
— É uma vitória depois de 15 anos de espera, afirma o presidente da Associação Comercial e Industrial de São Sebastião, Júnior Carvalho.
A escritura, segundo ele, significa segurança jurídica e tranquilidade para quem contribuiu com a economia na região, que tem cerca de 100 mil habitantes, de acordo com dados da Codeplan (Companhia de Planejamento do DF). 
Carvalho destaca que a área, parte do Programa de Apoio ao Empreendimento Produtivo do Distrito Federal, conta com empresas de pequeno e médio portes, além de microempresários. Há fábricas, lojas, mercados, oficinas e prestadoras de serviços. 
— A ação permitirá que os empreendedores ampliem atividades, invistam no negócio e aumentem o capital de giro.

sexta-feira, 11 de setembro de 2015

Centro de Excelência do Cerrado será inaugurado no Jardim Botânico


No Dia Nacional do Cerrado, 11 de setembro, os brasilienses ganharão um espaço exclusivo para estudo, educação, proteção e preservação da fauna, flora e recursos hídricos do Centro-Oeste. O Centro de Excelência do Cerrado do Jardim Botânico de Brasília será inaugurado na sexta-feira (11), às 15 horas, e os últimos preparativos são feitos pelos funcionários.
O local de 1.622 metros quadrados tem salas para pesquisa, exposições, seminários, reuniões e apresentações culturais. A solenidade está dentro da programação da Virada do Cerrado, que ocorre de sexta-feira a domingo (13), com atrações voltadas para a cidadania e a sustentabilidade do Distrito Federal. Veja a programação completa.
Para o diretor-executivo do Jardim Botânico de Brasília, Jeanitto Sebastião Gentilini Filho, o centro é importante porque valoriza o bioma que é o berço das águas do Brasil. De acordo com o Ministério do Meio Ambiente, a área contínua está sobre Goiás, Tocantins, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Bahia, Maranhão, Piauí, Rondônia, Paraná, São Paulo e Distrito Federal, além de trechos no Amapá, em Roraima e no Amazonas. Nesse espaço territorial encontram-se as nascentes das três maiores bacias hidrográficas da América do Sul — Amazônica/Tocantins, São Francisco e Prata. 

Compensação ambiental 
A ideia nasceu com o Plano de Manejo do Jardim Botânico — documento elaborado com ações de conservação do local — há aproximadamente sete anos.
Em 2013, as obras foram iniciadas após um acordo de compensação ambiental — ressarcimento por danos causados ao meio ambiente — com a empresa responsável pela construção do setor habitacional Jardins Mangueiral. O Centro de Excelência do Cerrado custou R$ 2,7 milhões.
O local funcionará por meio de parcerias com o governo, instituições de ensino privadas e públicas, além da contribuição da sociedade. “A proposta do centro é o coletivo”, resume Gentilini Filho.

Sarau e exposições
Nesta sexta-feira, as atividades no Centro de Excelência começarão logo cedo, às 8 horas, com o café dos chefs e produtores participantes da 2ª edição do Festival Gastronômico Cerrado Week. Haverá um sarau com os artistas Nicolas Behr, Maíra Oliveira Rômulo Andrade, Bic Prado, Marcos Freitas e Jorge Amâncio.
Quem for à inauguração poderá percorrer as exposições Refazendo o Caminho de Gardner e Portal do Cerrado, que ficarão expostas por tempo indeterminado. A primeira, organizada pelo Projeto Florescer da Universidade de Brasília (UnB), conta a história do médico e botânico escocês George Gardner (1812-1849), quando esteve no Brasil entre 1836 e 1841 para coletar plantas. Ele percorreu a Caatinga, o Cerrado e a Mata Atlântica.
O botânico catalogou exemplares da flora brasileira e, na mostra, será possível ver alguns deles e artefatos utilizados pelo pesquisador — como moedas, armas, lupas — além de fotos e aquarelas.
A segunda exposição está a cargo da organização não governamental World Wide Fund for Nature no Brasil (WWF-Brasil), em parceria com o Programa Água Brasil, do Banco do Brasil, e a empresa Inframérica. O objetivo é retratar tanto a biodiversidade da fauna e flora do Cerrado quanto a cultura.
Com cerca de 30 fotos, foi exibida pela primeira vez em fevereiro, no Aeroporto Internacional de Brasília Presidente Juscelino Kubitschek, para levar a cultura e a vegetação do Centro-Oeste aos visitantes. Foi exposta também na Câmara dos Deputados e na sede do WWF em Brasília.

Inauguração do Centro de Excelência do Cerrado
11 de setembro de 2015 (sexta-feira)
Às 15 horas
Jardim Botânico de Brasília
Setor de Mansões Dom Bosco, Área Especial, Lago Sul
Entrada: R$ 2 
Mais informações: (61) 3366-2141 
Fonte: Agência Brasília

quarta-feira, 9 de setembro de 2015

Linhas de ônibus em São Sebastião e Jardim Botânico sofrem alterações


As linhas de ônibus de São Sebastião e do Jardim Botânico vão mudar a partir de sábado (12/10), segundo informações do Transporte Urbano do Distrito Federal (DFTrans). Entre as alterações estão a criação de duas novas linhas, substituição de itinerários, ampliação de trajetos e aumento no número de viagens.

Entre as mudanças estão a linha 181.3, entre São Sebastião e o Lago Sul, que será substituída pela 181.2 — que atende a mesma região — e pela 181.4, que vai para o Aeroporto Internacional Juscelino Kubitschek. O percurso da 181.4 terá também ampliação de horários, com seis viagens extras. A linha 183.2, que faz o trajeto São Sebastião, Vila do Boa e Condomínio Esaf, passará a ser circular, com percurso de ida e volta. Já a 183.6 contará com mais uma parada, no Morro da Cruz. A linha manterá o itinerário que passa pela região de São Francisco, pelos Jardins Mangueiral, pelo Condomínio Esaf e pelo supermercado Big Box.

As viagens da linha 183.7 — que passa pelo Bairro João Cândido e pelos Condomínios Itaipu e Estrada — serão aumentadas de seis para nove. No trajeto entre os Jardins Mangueiral e a Rodoviária do Plano Piloto (linhas 180.2), os micro-ônibus serão substituídos por ônibus convencionais, aumentando a capacidade de passageiros de 30 para 60.


Na região do Residencial do Bosque, será criada uma nova linha, a 183.0, que fará viagens a cada quatro minutos até o Terminal de São Sebastião. No local, o usuário poderá fazer a integração, sem o pagamento de nova tarifa, para os seguintes destinos: Cruzeiro, Guará I, Guará II, Jardins Mangueiral, Lago Norte, Lago Sul, Núcleo Bandeirante, Octogonal, Plano Piloto (Esplanada, L2 Norte, L2 Sul, Rodoviária, UnB, W3 Norte e W3 Sul), Ponte Honestino Guimarães, Ponte JK, Setor de Armazenagem e Abastecimento Norte (Saan), Setor de Clubes Norte, Setor de Indústria e Abastecimento (SIA), Sudoeste, Vila Planalto e Zoológico.

Jardim Botânico

Em Barreiros, as linhas diretas serão substituídas, nos horários de menor demanda, pela integração com a nova linha, a 170.4, que ligará a região ao Jardim Botânico. A frota vai circular todos os dias, das 7h45 às 22 horas, a cada 38 minutos, e permitirá o acesso ao sistema de transporte sem precisar pagar outra passagem no período de até duas horas.
As viagens das linhas 0.170 e 170.2, entre Barreiros e a Rodoviária do Plano Piloto, serão reforçadas nos horários de pico — das 5h15 às 7h20 na ida e das 17 horas às 18h35 na volta. Nos outros horários, os passageiros devem usar a linha circular 170.4.

LINHAS SÃO SEBASTIÃO:

180.2: Jardins Mangueiral-Rodoviária do Plano Piloto
181.2: São Sebastião -Lago Sul
181.4: São Sebastião- Aeroporto
183.0: Bosque-Terminal São Sebastião (NOVA)
183.2: São Sebastião- Vila do Boa- Condomínio Esaf
183.6: São Sebastião- Morro da Cruz- São Francisco-Mangueiral - Condomínio Esaf - Big Box
183.7: São Sebastião- João Cândido - Itaipu- Condomínio Estrada

LINHAS JARDIM BOT NICO:
0.170: Barreiros- Rodoviária do Plano Piloto
170.2: Barreiros- Rodoviária do Plano Piloto
170.4: Barreiros- Jardim Botânico (NOVA)

sexta-feira, 4 de setembro de 2015

Pela primeira vez na história, DF registra bactéria da cólera



A estação de tratamento da Companhia de Saneamento Ambiental (Caesb), localizada na Asa Norte, está contaminada com a bactéria que transmite a doença da cólera. Por conta disso, a Vigilância Epidemiológica emitiu um alerta para os hospitais do Distrito Federal, e a Caesb reforçou a coleta em seis pontos: Asa Norte, Asa Sul, Samambaia, Melchior e dois pontos no Lago Paranoá. 
É a primeira vez na história que a bactéria é encontrada no DF. Até então, todos os casos da doença registrados eram importados de outras unidades da federação. Há nove anos não se tem notícia da doença na região.
De acordo com a Secretaria de Saúde a vigilância identificou o micro-organismo por meio do programa de qualidade de água. Eles monitoram as 14 estações de tratamento de esgoto e faz testes específicos para a Vibrio cholerae, que transmite a cólera, desde 2013. Por meio de nota, a secretaria informou que, apesar de a bactéria estar presente no meio ambiente e ter sido encontrada pela primeira vez no Distrito Federal, não foi registrado um novo caso da doença.
No Brasil, a incidência de cólera atingiu o ápice em 1993, quando foram detectados 60.340 casos. A partir de 1995 reduziu-se significativamente, com ocorrências mais frenquentes nas regiões Nordeste e Norte, onde prevalecem condições socioeconômicas menos satisfatórias.

Para saber mais
Cólera é uma doença infecciosa intestinal aguda, causada pela enterotoxina do Vibrio cholerae. Pode se apresentar de forma grave, com diarreia aquosa e profusa, com ou sem vômitos, dor abdominal e cãibras. Esse quadro, quando não tratado prontamente, pode evoluir para desidratação, acidose e colapso circulatório, com choque hipovolêmico e insuficiência renal. Entretanto, frequentemente, a infecção é assintomática ou oligossintomática, com diarreia leve. A acloridria gástrica agrava o quadro clínico da doença. A infecção produz aumento de anticorpos e confere imunidade por tempo limitado (em torno de 6 meses).

quarta-feira, 2 de setembro de 2015

Jardim Botânico faz 11 anos sem comemorações


O Jardim Botânico completou 11 anos ontem. Mas os moradores não têm o que comemorar. O cenário de abandono entristece a comunidade. Carente de equipamentos públicos fundamentais, o bairro não tem administração regional própria e atuante, dizem os moradores. 

Para piorar, eles afirmam que, desde janeiro, o GDF acumula dívida de R$ 22 mil por mês para manter o aluguel do espaço onde está instalada uma administração vazia no único shopping da cidade, um prédio irregular.Eles acrescentam que são oito meses de aluguéis vencidos – débito de R$ 176 mil.

Segundo a presidente do Movimento Comunitário do Jardim Botânico, Roselene Marques, esse dinheiro, suficiente para construir quase duas sedes provisórias em lote doado pela Terracap e patrimoniado, é jogado fora. 

"Além disso, não temos administrador próprio que seja morador do bairro. Hoje quem cuida é Aldenir Paraguassú, titular do Lago Sul", afirma Roselene, ressaltando outros problemas: "A administração deveria dar exemplo, mas funciona em um prédio sem alvará e com pouquíssimos servidores, 15 no total, que apenas cuidam do protocolo. Tudo é encaminhado para o Lago Sul, nada funciona aqui".

Para ela, todos os serviços que dependem da administração não funcionam, como escolas, creches, praças, postos de saúde, delegacia, coleta de lixo, entre outros. "É revoltante, pois pagamos impostos e não temos retorno" acrescenta, lembrando que até a placa na entrada do Jardim Botânico está destruída, além de paradas de ônibus abandonadas, postes de iluminação sem lâmpada e lixo espalhado.

Segundo Roselene, em reuniões semanais com o administrador Paraguassú desde o início do ano, os moradores apresentam as demandas da comunidade. "Mas estamos cansados, pois não vemos nem um efeito. De fato, existe uma boa vontade de toda a equipe do Lago Sul, mas os resultados não aparecem”, completa.

Descaso do governo
Hoje, o Jardim Botânico é composto, em sua maioria, por grandes condomínios, o que piora o descaso do governo com a região. "Os condôminos pagam pelos serviços básicos duas vezes, já que o governo não faz a parte dele", relata a moradora aposentada e síndica do Amobb Condomínio, Ana Lourdes de Castro Miranda, 56 anos. Ela explica que os índices de criminalidade não param de crescer. Mas as ocorrências são registradas em São Sebastião.

Morador da região há 30 anos, o empresário Gilmar Araújo, 60, dono de supermercado na Estrada do Sol, diz que o local foi assaltado 33 vezes. "Os assaltantes estavam armados e colocaram a vida de todo mundo em risco. Já pensei em desistir", lamenta Gilmar.

Para a recepcionista Rosalia Santos, 47, o pior é a falta de estrutura: "As paradas estão abandonadas. Só tem lixo, bancos quebrados e mato".
Versão oficial
Procurado pelo JBr., o GDF afirmou que pelo local ter administrador interino não significa que a administração não seja atuante. "Sob a coordenação do vice-governador, várias administrações têm tido formato semelhante. No Jardim Botânico, por exemplo, estão em andamento obras de asfaltamento e via de acesso para encurtar a distância", declara o governo, por meio da assessoria.

O GDF ressaltou que não procede a informação de que faltam equipamentos públicos, assim como a de funcionamento irregular da sede do órgão. "O prédio foi alugado sem contrato pela gestão passada e está sob análise da Procuradoria do DF. O aluguel anterior era de R$ 16 mil, que não foi pago em 2015 em função da irregularidade, e a administração está sendo transferida nos próximos dias”.
Fonte: Da redação do Jornal de Brasília

terça-feira, 1 de setembro de 2015

Governo cria o Estatuto do Parto Humanizado

Cinco leis de autoria do Legislativo foram sancionadas pelo governador Rodrigo Rollemberg na sexta (28) e publicadas no Diário Oficial do Distrito Federal nesta segunda (31). Parte importante das sanções feitas pelo Executivo, a Lei nº 5.534 institui o Estatuto do Parto Humanizado, com o objetivo de assegurar assistência às gestantes em todas as unidades de saúde do Distrito Federal, públicas ou privadas. O texto indica e esclarece critérios que devem ser seguidos por quaisquer profissionais que atendam pessoas no período gestacional e pré-natal.

São direitos das grávidas: ter dúvidas esclarecidas e receber informações e explicações necessárias, em especial no caso de impedimentos ao parto normal; dispor de acompanhante de sua escolha durante o trabalho de parto, o parto e o pós-parto; escolher a melhor posição e ser incentivada a adotar posições como sentada ou de cócoras, mais favoráveis ao parto natural; ter acesso a métodos não farmacológicos para conforto e alívio da dor, como massagens e banhos; receber apoio físico e emocional de doula, (assistente sem formação médica), durante o trabalho de parto, o parto e o pós-parto, sempre que solicitar; ter acesso ao bebê logo após o nascimento para amamentação na primeira hora de vida.

No caso de a gestante optar pela presença de uma doula, esta deve ser considerada independente do acompanhante e não acarretará em ônus adicional à instituição. A atuação da profissional deve seguir as recomendações descritas pelo Ministério do Trabalho e Emprego.

A lei também incentiva que as grávidas façam partos planejados e esclarece que a assistência a essas mulheres, quando em trabalho de parto e durante o próprio, deve ser feita por médico obstetra, enfermeiro obstetra e técnico de enfermagem, com apoio de doula, quando solicitado. Com exceção à Casa de Parto de São Sebastião, a equipe responsável é composta por enfermeiro obstetra e por técnico de enfermagem.

Referência
Única unidade de saúde do DF que só faz parto normal, a Casa de Parto de São Sebastião atende cerca de 500 mulheres e recebe uma média de 42 recém-nascidos em três salas a cada mês. “Temos o compromisso com a inserção da mulher como protagonista do parto”, resume a chefe da unidade, Jussara Vieira.

A casa conta com uma equipe de 28 pessoas entre enfermeiros obstetras, técnicos de enfermagem e enfermeiros residentes. As instalações contam com dois consultórios, três salas de parto e um alojamento comunitário com três leitos. Em cada quarto, há varanda, banheira, bola de Pilates e cama.

Na contramão da recomendação da Organização Mundial da Saúde de que apenas 15% dos partos devam ser feitos por meio de cesariana, estudo divulgado pela Companhia de Planejamento do Distrito Federal (Codeplan) mostrou que 54,78% das gestantes fizeram a cirurgia em 2013.

Segundo a chefe da Casa de Parto de São Sebastião, a quantidade de cesarianas no Distrito Federal pode refletir uma segurança precipitada de alguns profissionais que querem evitar intercorrências no momento do parto. “Há todos os riscos de uma grande cirurgia, como infecções, complicações anestésicas”, destaca Jussara. Além de tudo, o procedimento impede que a mãe fique 100% dedicada ao bebê após o parto, devido aos cuidados pós-operatórios. “A humanização é a maneira como você vai lidar com o outro, respeitar as boas práticas de assistência, o tempo da mulher e o do bebê.”

Para serem atendidas no local, as mães precisam ter feito o pré-natal completo na unidade regional de saúde, nunca ter passado por uma cesariana e não apresentar indicativo de gravidez de risco, como no caso de gêmeos, pressão alta e diabetes.

Outras sanções
Seguindo o critério de transparência reforçado pela gestão, a Lei nº 5.532, determina que os dados de contratos de locação de imóveis firmados pelo Executivo sejam divulgados semestralmente. O documento determina que o governo mantenha o cadastro de imóveis locados para abrigar órgãos públicos da administração direta e indireta de forma acessível e organizada. Devem ser publicadas as seguintes informações: descrição do imóvel; finalidade da locação e a que órgão se destina; valor do contrato; valor da locação por metro quadrado; nome do proprietário; prazo de vigência do contrato; despesa total com o contrato de locação.

Entre as sancionadas, também está a Lei nº 5.533. Segundo a legislação, qualquer estabelecimento do tipo hotel, motel ou pensão deve ter uma placa com o Artigo 82, da Lei federal nº 8.069, de julho de 1990, referente ao Estatuto da Criança e do Adolescente — que proíbe a hospedagem de criança ou adolescente nesses estabelecimentos, salvo se acompanhados de pais ou responsáveis.

O local que não cumprir o disposto na lei ficará sujeito à multa de 20 salários mínimos, a ser revertida para o Fundo dos Direitos da Criança e do Adolescente do Distrito Federal. Em caso de reincidência, a pena é aplicada em dobro.

Também passa a vigorar, com a publicação da Lei nº 5.535, a obrigatoriedade de implantação de válvula de descarga que dispõe de acionamento individualizado para líquidos e sólido nos banheiros dos órgãos públicos do Distrito Federal.

Já a Lei nº 5.536 libera o ingresso de pessoas não matriculadas na rede pública de ensino em instituições educacionais de formação complementar que integram a estrutura de educação pública do DF. Elas deverão preencher vagas remanescentes não ocupadas por estudantes matriculados em todos os níveis dos cursos.
Fonte: Agência Brasília